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Duas professoras são presas por sedar e agredir crianças de 2 a 5 anos em creche de Alvorada (RS)

Investigação do MPRS revela sedação sem prescrição médica e violência contra alunos na Região Metropolitana de Porto Alegre Duas professoras que atuavam na Escola, localizada no município de Alvorada (RS), foram presas preventivamente nesta terça-feira (3) sob acusação de sedar abusivamente e agredir crianças com idades entre 2 e 5 anos. A ação acontece após […]

Investigação do MPRS revela sedação sem prescrição médica e violência contra alunos na Região Metropolitana de Porto Alegre

Duas professoras que atuavam na Escola, localizada no município de Alvorada (RS), foram presas preventivamente nesta terça-feira (3) sob acusação de sedar abusivamente e agredir crianças com idades entre 2 e 5 anos. A ação acontece após uma investigação do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), que reuniu provas, depoimentos e imagens que mostram a possível prática de crimes contra os alunos.

📍 Como ocorreu a prisão e investigação

A operação foi executada em Alvorada e em Canoas, com apoio da Brigada Militar e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). A promotora de Justiça responsável pelo caso, Karen Mallmann, requisitou as prisões preventivas depois que a investigação constatou indícios de sedação de crianças sem receita médica ou autorização dos responsáveis, além de agressões físicas e psicológicas.

Segundo o MPRS, o inquérito foi iniciado após denúncias de mães que perceberam comportamentos suspeitos nos filhos e procuraram a Polícia Civil. As crianças teriam sido medicadas para ficarem mais “calmas” ou dormindo durante o período em que estavam sob os cuidados das professoras.

👶 Uso de medicamentos sem prescrição e outras suspeitas

O pedido de prisão destacou que, além de administrar medicamentos sem autorização, as professoras teriam participado de atos considerados destrutivos ao bem-estar físico e emocional das crianças. Há relatos, depoimentos e imagens que exibem menores sedados em momentos em que deveriam estar ativos e brincando.

Mensagens entre as investigadas discutindo um possível aumento das doses de remédios também foram encontradas durante a investigação, reforçando as suspeitas sobre práticas inadequadas e perigosas dentro da creche.

🏫 Escola interditada e reação das autoridades

A creche em Alvorada já havia sido interditada pela prefeitura em dezembro do ano passado após as primeiras suspeitas dos casos aparecessem. Desde então, o funcionamento da instituição estava suspenso enquanto as apurações avançavam.

As prisões preventivas visam resguardar a investigação e evitar que as suspeitas interfiram nas testemunhas ou continuem em contato com crianças, segundo autoridades. A promotora afirmou que as investigadas teriam tentado influenciar depoimentos durante as apurações, o que justificou a detenção.

🔎 Caminhos legais e próximos passos

Com base no inquérito, o Ministério Público analisará se há indícios suficientes para apresentar denúncia formal à Justiça, o que poderia resultar em processo criminal contra as duas mulheres. Enquanto isso, a Polícia Civil segue coletando documentos e elementos complementares para conclusão do caso.

Até o momento, a defesa das acusadas informou que ainda não teve acesso aos autos do processo, e não há posições oficiais sobre as acusações.

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