Uma mudança importante está a caminho para os consumidores: os sacos plásticos ultraleves usados para embalar frutas e legumes nos supermercados vão deixar de ser oferecidos nas lojas, com uma data definida para o término da distribuição desse tipo de embalagem descartável.
📅 Quando começa a mudança
Segundo o portal ND Mais, a expectativa é de que a partir do próximo ano sacos plásticos muito leves, como aqueles tradicionalmente usados para embalar hortifrúti, deixem de ser fornecidos nos supermercados e sejam substituídos por alternativas reutilizáveis ou sustentáveis.
A medida integra um movimento mais amplo de combate à poluição por plástico e microplásticos, que se acumulam em rios, solos e oceanos, prejudicando ecossistemas e a vida selvagem.
🌱 O que muda para os consumidores
Quando a proibição entrar em vigor, os clientes poderão encontrar opções como:
- Sacolas reutilizáveis ou de material mais resistente
- Sacos de papel reciclado
- Outras alternativas consideradas ecológicas
A ideia é incentivar hábitos de consumo mais sustentáveis, reduzindo o descarte de plástico de uso único e promovendo uma cultura de reutilização entre os consumidores.
♻️ Por que essa mudança é importante
Os sacos plásticos ultraleves contribuíram historicamente para o aumento da poluição plástica no meio ambiente, já que muitos são usados apenas por minutos e levam décadas para degradar. A substituição por materiais reutilizáveis ou biodegradáveis ajuda a diminuir o volume de plástico descartado de forma inadequada, uma das principais causas de resíduos em praias, rios e solos.
🛒 Quem será afetado
A iniciativa deve afetar supermercados de grande, médio e pequeno porte, que terão de adaptar seus processos para oferecer alternativas aos consumidores. A adaptação também reforça a tendência global de redução do uso de plástico em embalagens e embalagens descartáveis.
A medida ainda pode incluir um período de transição, no qual os estabelecimentos se ajustam às novas regras e orientam os clientes sobre as opções sustentáveis disponíveis.

