Ícone do Clima Carregando... Temperatura: ...

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

Homem que atacou os próprios pais e colocou fogo na casa da família volta a ser internado em SC

Um homem de 32 anos terá de voltar a um hospital de custódia e tratamento psiquiátrico após agredir os próprios pais em São Francisco do Sul, no Litoral Norte de Santa Catarina. As agressões aconteceram em 19 de novembro de 2025 na casa da família. Segundo a denúncia, o homem ameaçou matar os pais, apertou […]

Um homem de 32 anos terá de voltar a um hospital de custódia e tratamento psiquiátrico após agredir os próprios pais em São Francisco do Sul, no Litoral Norte de Santa Catarina.

As agressões aconteceram em 19 de novembro de 2025 na casa da família. Segundo a denúncia, o homem ameaçou matar os pais, apertou os braços da mãe e atingiu a cabeça do pai com golpes de cabo de vassoura. Em outra ocasião, ele já havia colocado fogo na residência da família.

Laudo médico recomenda internação de homem em hospital de custódia de SC

Uma avaliação médica concluiu que o homem tinha transtornos psiquiátricos graves associados à dependência química e, na época das agressões, não conseguia compreender que suas atitudes eram erradas.

O laudo também apontou risco de novos episódios de violência e recomendou que ele recebesse tratamento com internação.

Inicialmente, a Justiça havia determinado que o homem fizesse tratamento ambulatorial, sem permanecer internado. A acusação de ameaça foi considerada sem provas suficientes, enquanto ele foi absolvido da acusação de lesão corporal por não ter capacidade de compreender seus atos naquele momento.

Tribunal determina retorno ao hospital após recurso do Ministério Público

O Ministério Público recorreu por entender que o tratamento fora do hospital não era suficiente diante do histórico de violência e das condições de saúde do homem.

Ao reavaliar o caso, os desembargadores consideraram o resultado da perícia, que identificou transtorno afetivo bipolar, dependência severa de cocaína, psicose e transtorno de personalidade.

Por unanimidade, determinaram a volta da internação, que deverá continuar até que uma avaliação médica indique que não há mais risco de novas agressões.

“A medida busca proteger tanto a coletividade quanto o próprio paciente, garantindo acesso ao tratamento compatível com a gravidade do quadro clínico identificado”, destacou a promotora de Justiça Raíza Alves Rezende.

FONTE ND+

Participe do grupo e receba as principais notícias do Vale do Itajaí e região na palma da sua mão.

Leia mais

PUBLICIDADE