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Morador de Presidente Getúlio é apontado como parte da engrenagem de desvio de petróleo no RJ

Um morador de Presidente Getúlio (SC) foi preso na manhã desta quinta-feira (22 de janeiro de 2026) durante a Operação Haras do Crime, deflagrada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro e pelo Ministério Público daquele estado, que investiga um esquema nacional de desvio de petróleo de dutos da Transpetro. Segundo o inquérito, o catarinense […]

Um morador de Presidente Getúlio (SC) foi preso na manhã desta quinta-feira (22 de janeiro de 2026) durante a Operação Haras do Crime, deflagrada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro e pelo Ministério Público daquele estado, que investiga um esquema nacional de desvio de petróleo de dutos da Transpetro.

Segundo o inquérito, o catarinense é apontado como um dos motoristas da quadrilha responsável por desviar petróleo por meio de perfurações clandestinas em oleodutos da Transpetro, subsidiária da Petrobras que opera a malha de transporte de combustíveis pelo país.

A ação, que começou nas primeiras horas da manhã, cumpriu mandados de prisão e busca em vários estados, incluindo Santa Catarina, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Paraná. Na casa do suspeito em Presidente Getúlio, os agentes apreenderam documentos e equipamentos eletrônicos, que serão analisados no decorrer da investigação.

De acordo com as autoridades, o grupo criminoso realizava perfurações clandestinas em oleodutos da Transpetro para extrair o petróleo de forma ilegal. O esquema contava com um “ciclo criminoso integrado”, envolvendo desde a abertura clandestina dos dutos até a proteção armada dos pontos de retirada do combustível e o transporte do produto em caminhões-tanque por rotas interestaduais, com posterior comercialização por meio de notas fiscais falsas emitidas por empresas de fachada, conforme apontam os investigadores.

Segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro, ao menos 15 empresas de fachada, distribuídas em vários estados, formavam parte da estrutura usada para lavar o dinheiro obtido com os desvios. O prejuízo causado ao longo das investigações ultrapassa os R$ 6 milhões.

A Operação Haras do Crime foi realizada em conjunto com órgãos de segurança pública e tem como objetivo desmantelar completamente o esquema e responsabilizar todos os envolvidos, além de aprofundar a investigação sobre rotas, logística e participantes que deram suporte às atividades ilegais.

Fonte

Matéria original retirada do portal ND Mais

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