A localização de itens furtados levou a prisão de três pessoas na tarde desta segunda-feira (5) em Laguna, no Sul de Santa Catarina. Um homem de 40 anos, que teve objetos pessoais levados da sua própria residência no último sábado, os encontrou sendo localizados pela internet e decidiu negociar com o próprio vendedor.
A negociação pela internet resultou em um encontro para que o “suposto comprador”, nesse caso a própria vítima, pudesse encontrar e confirmar que os itens em questão fossem seus. O resultado foi uma ação da Polícia Militar que terminou na prisão de três homens por furto, receptação dolosa e tráfico de drogas.
Vítima alvo de furto decidiu negociar objetos anunciados para ter certeza de que eram seus
Segundo informações divulgadas pela Polícia Militar, a vítima decidiu negociar com o anunciante por uma rede social para ter certeza que os objetos que estavam sendo vendidos eram seus, furtados de sua residência há poucos dias.
O homem de 40 anos marcou um encontro para realizar a suposta negociação com o vendedor, um jovem de 18 anos que seria também o responsável pelo furto. Depois de ter sido informado de onde estariam os objetos, a vítima reconheceu que alguns dos itens furtados eram de fato seus e decidiu acionar a PM.

PM realizou a prisão de três pessoas
Logo acionada, a PM foi até a residência indicada pela vítima e encontraram diversos objetos ilícitos e furtados. Durante as buscas no local, os policiais também localizaram dois homens, de 54 e 20 anos. A dupla seria, supostamente, responsável por guardar e vender os produtos oriundos de furto.
No local, além dos itens furtados, os policiais também encontraram 6 gramas de cocaína e 2 gramas de maconha prontas para venda, além de uma balança de precisão. O homem de 20 anos confessou que tais itens eram seus. O trio foi preso e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Laguna.
Não é a primeira vez que alguém é preso vender itens furtados na internet
Essa não é a primeira vez que um criminoso se dá mal ao tentar vender itens furtados na internet. Ao longo dos últimos anos, diversos casos como esse foram registrados em Santa Catarina.
Em Florianópolis, um homem chegou a criar um grupo de WhatsApp para vender produtos oriundos de roubos. Também na capital, dois jovens já foram presos tentando vender um notebook furtado em um site de vendas, sendo identificados pela própria vítima. Um caso semelhante aconteceu em Itajaí.

