Brasília — Em uma sessão marcada por fortes embates nesta quinta-feira (26), a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI do INSS) aprovou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no âmbito das investigações sobre um suposto esquema de fraudes e descontos indevidos em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A votação gerou **bate-boca, protestos e confusão no plenário do Congresso Nacional.
📌 Quebra de sigilo e teor das investigações
O requerimento que autorizou a quebra do sigilo foi apresentado pelo relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), e faz parte de um pacote de 87 requerimentos aprovados em bloco pela comissão. Com a medida, os parlamentares terão acesso a extratos bancários, movimentações financeiras, declarações de imposto de renda e contratos de Lulinha entre os anos de 2022 e 2026, com o objetivo de apurar possíveis vínculos econômicos ou repasses atípicos relacionados ao esquema investigado.
A investigação da CPMI mira supostas fraudes em descontos indevidos em benefícios previdenciários do INSS, um escândalo que ganhou força após depoimentos e indícios compartilhados à comissão, incluindo mensagens interceptadas que sugerem repasses a terceiros ligados ao esquema.
🔥 Confusão e protestos no plenário
A votação foi feita de forma simbólica, mas isso não impediu que a sessão se transformasse em um campo de confrontos políticos. Parlamentares da base governista protestaram veementemente contra a aprovação do requerimento e chegaram a se aproximar da mesa diretora em manifestações de indignação. Houve empurra-empurra, bate-boca e interrupção da transmissão ao vivo da TV Senado, e parte da sessão chegou a ser suspensa momentaneamente.
Integrantes da base aliada chegaram a acusar o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), de conduzir irregularmente a votação, e a ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, anunciou que a equipe do governo pretende recorrer da decisão.
📍 Contexto político e repercussões
A inclusão de Lulinha no pacote de quebras de sigilo expõe tensões políticas intensas entre oposição e governo, com potencial de repercutir nas esferas jurídica e midiática. Um pedido de prisão preventiva contra o próprio Lulinha também foi protocolado recentemente por um deputado da bancada contrária, reforçando a intensidade das disputas em torno do caso.
O episódio chegará às páginas dos principais jornais e portais políticos do país nas próximas horas, com desdobramentos jurídicos e reação institucional esperados tanto no Congresso quanto no próprio Palácio do Planalto.
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